Amigas, visitantes e queridas leitoras...
Gostaria de disponiblizar este espaço para vocês contarem um pouco sobre a sua história de amor...os momentos, como se conheceram, paixão platônica, paqueras, enfim...este espaço é seu!! Aproveite :0)
Bjoo
Este blog foi criado com o objetivo de mostrar o dia a dia de uma noiva perdida e desesperada com os preparativos do casamento. Com o passar do tempo percebi que além de minhas amigas, outras pessoas também mostravam interesse e postavam opiniões e idéias e com isso mantive sempre o blog atualizado para poder, de alguma maneira, ajudar as noivas perdidas e desesperadas com o casamento... Sejam todos bem vindos a este mundo delicioso de uma noiva!
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Minha história de amor é só mais uma, entre tantas outras.
ResponderExcluirConheci o primeiro grande amor da minha vida há 23 anos atrás, quando nos apresentamos juntos pela primeira vez no coral da Matriz. A Marina tinha 9 e eu tinha 10 anos. Como não havia ensaiado as músicas, fiquei acompanhando os acordes olhando para as mãos da Marina. Aquelas mãozinhas delicadas, dançando nas cordas afinadas de seu violão tocaram meu coração. Foi amor a primeira vista (e ouvida).
A partir desse dia nossos caminhos nunca mais se separam, mas foram necessários 8 anos para o amor platônico se realizar.
O que eram apenas encontros semanais para ensaio do coral da igreja, para mim era motivo de frio na barriga a semana inteira... Sábado era o dia de impressionar a Marina. Eu posso até dizer, que meu talento musical veio dessa necessidade de me tornar interessante para ela, pois eu a amava, desde aquela época. Ela foi e sempre será minha maior inspiração, minha Vênus de Millus, a musa inspiradora de minha vida.
Namoramos oito anos, pouco tempo para nos conhecermos totalmente, mas muito tempo para nós amarmos intensamente e, apesar das briguinhas (que foram poucas) esse tempo foi mais do que suficiente para eu ter uma grande certeza: passarei o resto de minha vida com essa gatinha, e seremos muito felizes.
18 de novembro de 2004, no Don Tchelo, interna. Nosso restaurante preferido na época (pois infelizmente ele fechou e nunca mais irei comer aquele filet a Don Ruy que eu amava). Foi lá que eu dei o passo mais importante de nossa história até então. Como eu sou de fazer muita piada (quem me conhece sabe), a Marina não acreditou, foi ai então que eu tive que apelar, me ajoelhei (o restaurante estava lotado) e lhe entreguei a aliança...
Em 6 meses estaríamos casados. Ela estava MARAVILHOSA. Uma princesa de conto de fadas não tinha tanta elegância e beleza como ela. O sinos até pararam de tocar para vê-la entrar na igreja e eu paralisei...
Só me lembro de acordar depois do: “pode beijar a noiva”, e como num conto de fadas, eu despertei para uma nova vida após aquele inesquecível e curtinho beijo...
Nossa daminha, Celina nos contou uma piada no caminho da festa, ela nos falou:
_Toda vez que chovia no galinheiro um pintinho piava sem parar. Qual o nome do pintinho?
Eu sabia a resposta. Era Relam, toda vez que chovia Relampiava, mas eu disse que não sabia, só para não quebrar o encanto daquela noite mágica. (????)
A festa foi uma bagunça, nem sei o que tinha para comer, só bebi. O pelicano quase botou fogo no cabelo de uma tinha minha, que tinha mais laquê na branha que a sogra do Caco Antiabes.
Mas o melhor da festa foi depois da festa. Começou comigo tendo que pular a janela do Reisper porque tava tudo fechado. Era 5 horas da manhã e o porteiro estava dormindo. Levei mais de meia hora para tirar os grampos do cabelo da Marina, o resto não vou contar, só vou dizer que eu tomei o café da manhã antes de ir dormir...
E, quem diria que, praticamente 5 anos depois do pedido de casamento, o outro grande amor da minha vida nasceria, 17 de novembro nossa história de amor estava começando uma nova jornada, onde 2 se tornaram um. Um pedacinho de lixinho bonitinho como diria a Letícia. O Vinícius sem dúvida é a melhor contribuição que a Marina e eu daremos ao mundo. Obrigado por tudo isso existir.
Aiii que lindoooooo...quase chorei ao ler este texto :0)
ResponderExcluirQue lindo, Fábio! Linda história!
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